8 de Outubro de 2008 | Colunas | Política
Manente fecha com Marinho
Terceiro colocado na disputa em São Bernardo, o deputado estadual Alex Manente (PPS) declarou apoio a Luiz Marinho no segundo turno. Vanderlei Siraque, em Santo André, e Oswaldo Dias, em Mauá, também já costuram alianças.
 PPS e PC do B acertam aliança com PT
O deputado estadual Alex Manente, terceiro colocado na disputa à prefeitura de São Bernardo pela coligação PPS - PCdoB, declarou ontem apoio a Luiz Marinho para o segundo turno da eleição. "Estamos empenhados na mudança, em promover a grande transformação que a cidade precisa. Por isso, estou muito feliz em declarar apoio para ver Marinho prefeito", disse Manente. Segundo ele, o determinante para a aliança dos partidos no segundo turno foi a semelhança entre os programas de governo. "Já no dia 5 estava decidido pessoalmente no apoio a Marinho, faltava apenas o entendimento entre o PPS e o PC do B", explicou.
Nova eleição Para Luiz Marinho, os 60% dos votos conquistados pelas duas candidaturas, 48% do PT e 12% do PPS, são um sinal que a população deseja mudar a cidade. "Esse é o recado das urnas", analisou Marinho, que disse já ter a certeza do apoio de Manente assim que os votos foram contados. "Esse seria o caminho natural do partido". Ele fez uma comparação entre o segundo turno da eleição presidencial de 2006 com o momento de São Bernardo. "Naquela ocasião, o presidente Lula conseguiu uma ampla aliança para aplicar o seu plano de governo. Aqui, será igual. O segundo turno nos dá a oportunidade de somar forças", ressaltou o candidato. Manente acha natural a migração dos seus quase 50 mil votos à candidatura do PT, por eles serem votos contra a continuidade da atual administração. "A transferência de votos é natural, mas vamos trabalhar para que ela seja efetivada", prometeu o deputado, que programou para ontem à noite seu primeiro ato de campanha ao lado de Marinho, numa plenária da militância de todos os partidos que formam a aliança. O apoio da coligação PPC - PC do B, garantiu Marinho, não significa a divisão de seu eventual futuro governo. "Isso a gente só vai discutir após o dia 26. Por enquanto, no nosso objetivo é ganhar a eleição. Haverá espaço na nossa gestão para todos que estiverem conosco", afirmou.
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