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8 de Agosto de 2018 | Notícias

Trabalhadores estão convocados para o Dia do Basta em 10 de agosto

Na sexta-feira, 10 de agosto, é o Dia do Basta organizado pela CUT e demais centrais sindicais em todo o País em defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores. Também participam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e movimentos sociais.

“Dia 10 é para dar um basta no desemprego, no salário baixo, de bico e não de carteira assinada. É dia de dizer que os trabalhadores não aguentam mais esse governo golpis­ta e que precisam ter seus direitos respeitados”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas.

“Para que isso aconteça, participem das atividades chamadas pelos sin­dicatos. O dia é de mostrar a nossa revolta contra o que está acontecen­do e só vamos conseguir sair dessa crise com a participação de todos”, convocou.

O secretário-geral da CUT, Sér­gio Nobre, explicou que todas as categorias e movimentos sociais têm motivos para participar do Dia do Basta. “Todas as pessoas têm razão para estar nas ruas contra o golpe, contra a retirada de direitos e pela melhoria da qualidade de vida”, disse.

“Companheiros e companheiras, compareçam às mobilizações cha­madas nos estados em todo o Brasil. Em São Paulo, vamos ter paralisa­ções ao longo da manhã em todas as categorias, inclusive o setor de transportes, e depois estão todos convocados para a grande manifes­tação na Av. Paulista”, chamou.

Em São Paulo, os dirigentes defi­niram o ato unificado das centrais às 10h, em frente à Fiesp, símbolo dos patrões que apoiaram o golpe e a prisão política do ex-presidente Lula.

O secretário-geral dos Metalúrgi­cos do ABC, Aroaldo Oliveira da Silva, convocou a categoria para participar do Dia do Basta.

“Vamos fazer paralisações e mo­vimentações logo pela manhã nas fábricas e também estamos mobi­lizando toda a categoria para se juntar ao ato na Av. Paulista. São os trabalhadores unidos que vão dar um basta aos retrocessos que querem nos impor e ao desmonte que estão fazendo no Brasil”, afir­mou. “O chamado é por uma grande mobilização na base, na região do ABC e em São Paulo. O recado é de luta contra os ataques”, disse.

Na pauta do dia 10 estão o basta ao desemprego, à retirada de direitos, à reforma Trabalhista, à precarização do trabalho e ao desmonte da aposentadoria com a reforma da Previdência. É para dar um basta no aumento do preço dos combustíveis e do gás de cozinha, na PEC dos Gastos, que congelou os investimentos públicos por 20 anos, e um basta de perseguição a Lula.

As centrais sindicais lançaram no dia 6 de junho o documento con­junto “Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora” com 22 propostas para o desenvolvimento do Brasil, que incluem itens em defesa do emprego, democracia, soberania e desenvolvimento com justiça social.

Grupo alemão manda carta de solidariedade ao Dia do Basta

Os representantes do Grupo de So­lidariedade aos Sindicalistas Brasi­leiros, Angela Hidding e Fritz Stahl, em Mannheim e Ludwigshafen, na Alemanha, enviaram uma carta de solidariedade ao Dia do Basta.

“A pauta de reivindicações é muito importante para a demo­cracia e justiça social no Brasil”, diz a carta.

“Acompanhamos vocês com toda nossa solidariedade e espera­mos que as ações deste dia tragam muitos bons resultados, também pela liberdade de Lula e que ele possa ser candidato nas eleições”, prossegue.

Solidaritätsbrief

Companheiras e companheiros, am 10. August 2018, dem Nationalen Kampftag, fühlen wir uns mit Euch verbunden

Wir wünschen Euch, dass viele Menschen aus den Gewerkschaften, vie­le Arbeiterinnen und Arbeiter aus den Fabriken, aber auch viele Menschen aus der gesamten Bevölkerung an den verschiedenen Aktivitäten teilnehmen.

Die Liste der Forderungen ist ganz wichtig, um in Brasilien zu mehr De­mokratie und sozialer Gerechtigkeit zu kommen.

Wir begleiten Euch mit voller Solidari­tät und hoffen mit Euch, dass der Kampf zu guten Ergebnissen führen wird, auch dass Lula aus dem Gefängnis entlassen und als Präsidentschaftskandidat zugelassen wird.

Mit solidarischen Grüßen!

Arbeitskreis: “Solidarität mit brasilianis­chen Gewerkschaften” in Mannheim/Ludwi­gshafen (Deutschland) in Vertretung: Fritz Stahl und Angela Hidding

Da Redação.

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