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10 de Outubro de 2018 | Notícias

Fala Wagnão: Precisamos promover uma Onda Democrática

Wagnão defende que é preciso combater o fascismo e discutir propostas

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As 12 facadas nas costas não podem ser o argumento final para quem não tem resposta em uma discussão política. O assassinato foi a resposta da ignorância à uma pessoa que defendia aquilo que acreditava para o futuro do País, o companheiro Moa do Katendê, mestre de capoeira foi morto por um apoiador de Bolsonaro, em Salvador no último domingo.

Essa intolerância é a porta de entrada do fascismo, que se mantém pelo ódio ao opositor, às ideias divergentes, e só se sustenta por meio do medo e da mentira. É assim que se constroem ditaduras, regimes antidemocráticos que não toleram pensamentos divergentes, minorias. Em que as minorias, como disse o Bolsonaro, devem ser reprimidas pelas maiorias.

Isso está errado, em uma sociedade democrática a maioria tem que conviver em harmonia com as minorias. É preciso entender que todos somos diferentes ou individualmente ou em grupos, é assim que a sociedade se forma, e é papel de quem é maioria, respeitar e garantir os direitos das minorias.

O que estamos assistindo é a ascensão do fascismo que promove a eliminação de pessoas, se for necessária até com facada nas costas. Já assistimos no mundo regimes antidemocráticos e o resultado foram milhões de mortos. É isso que está se permitindo que aconteça no Brasil com a candidatura de Bolsonaro. Não podemos nos calar diante disso.

Portanto, precisamos nesse segundo turno criar uma onda de democracia ao invés de uma onda de direita, que respeitamos enquanto defesa de princípios, mas não enquanto onda de intolerância, desrespeito e violência.

Precisamos combater com fatos reais e argumentos outra onda, a de notícias falsas que estão sendo espalhadas pelo candidato da direita no desespero para vencer as eleições baseado na mentira.

Além dessas invenções maldosas também é preciso combater ações como a de apoiadores do Bolsonaro oferecendo capim para eleitores do PT. É esse Brasil que você está defendendo? É desse jeito que você deseja ser tratado? Quando você apoia esse tipo de ação você permite que os outros te tratem dessa forma também.

Enfim, precisamos discutir com as pessoas de forma civilizada, apresentar o programa de governo consistente do nosso candidato. Nós trabalhadores e trabalhadoras temos um histórico de luta e conquistas para contar. Direitos que precisam ser garantidos e outros que precisam ser reconquistados. Esse é o jogo!

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