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7 de Novembro de 2018 | Notícias

Movimentos debatem estratégias para resistir ao autoritarismo

Movimentos sindicais e sociais promovem discussões para estabelecer estratégias de resistência democrática contra o autoritarismo e a perda de direitos.
Entre elas a criação de uma frente envolvendo sindicatos e os movimentos sociais, como MST, MTST, Levante Popular da Juventude, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e outros.
Na opinião de Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares e da Frente Brasil Popular, é necessária uma frente ampla, democrática e popular "em defesa da democracia, contra o autoritarismo e o fascismo, que deve ser constituída por todos os setores democráticos e populares", e que, além dos movimentos sociais, precisa contar com a participação de partidos políticos de esquerda, democráticos e os liberais democráticos.
O cientista político e professor da Universidade de São Paulo (USP), André Singer afirmou que tal frente deve se impor no campo da sociedade civil, aglutinando instituições que representam os trabalhadores, estudantes e movimentos sociais. "Os partidos terão de se somar a esta ampla frente da sociedade civil, ou ficarão sem base", disse em debate realizado na faculdade de História e Geografia da USP, no último dia 1º.
No mesmo evento, a filósofa Marilena Chauí afirmou que a melhor estratégia, no momento, não são as manifestações de rua.
"Eles querem que façamos as manifestações de rua, mas nós precisamos fazer um trabalho lento como é o da toupeira, que cava silenciosamente por debaixo da terra", defendeu. "Para eles (o governo Bolsonaro), a melhor maneira de gerir a crise é atuar sobre as manifestações espontâneas."
"Vocês vivem um mundo que acabou. Esse mundo de espontaneidade, do voluntarismo, tem que ser colocado em compasso de espera para entrarmos em um processo lento para nossa organização institucional da resistência", disse ainda Marilena.
Com informações da Rede Brasil Atual.

Divulgação

Movimentos sindicais e sociais promovem discussões para estabelecer estratégias de resistência democrática contra o autoritarismo e a perda de direitos.

Entre elas a criação de uma frente envolvendo sindicatos e os movimentos sociais, como MST, MTST, Levante Popular da Juventude, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e outros.

Na opinião de Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares e da Frente Brasil Popular, é necessária uma frente ampla, democrática e popular "em defesa da democracia, contra o autoritarismo e o fascismo, que deve ser constituída por todos os setores democráticos e populares", e que, além dos movimentos sociais, precisa contar com a participação de partidos políticos de esquerda, democráticos e os liberais democráticos.

O cientista político e professor da Universidade de São Paulo (USP), André Singer afirmou que tal frente deve se impor no campo da sociedade civil, aglutinando instituições que representam os trabalhadores, estudantes e movimentos sociais. "Os partidos terão de se somar a esta ampla frente da sociedade civil, ou ficarão sem base", disse em debate realizado na faculdade de História e Geografia da USP, no último dia 1º.

No mesmo evento, a filósofa Marilena Chauí afirmou que a melhor estratégia, no momento, não são as manifestações de rua.

"Eles querem que façamos as manifestações de rua, mas nós precisamos fazer um trabalho lento como é o da toupeira, que cava silenciosamente por debaixo da terra", defendeu. "Para eles (o governo Bolsonaro), a melhor maneira de gerir a crise é atuar sobre as manifestações espontâneas."

"Vocês vivem um mundo que acabou. Esse mundo de espontaneidade, do voluntarismo, tem que ser colocado em compasso de espera para entrarmos em um processo lento para nossa organização institucional da resistência", disse ainda Marilena.

Com informações da Rede Brasil Atual.

 

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