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14 de Março de 2019 | Notícias

1 ano do assassinato: Atos cobram "Quem mandou matar Marielle?"

Hoje faz um ano do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e de Anderson Gomes, que dirigia o carro em que foram emboscados. Diversos movimentos sociais convocaram atos pelo país e no exterior para prestar homenagens e exigir justiça e respostas para “quem mandou matar Marielle?”.

Às vésperas de completar um ano do assassinato, dois suspeitos foram presos, o policial militar da reserva, Ronnie Lessa, e o ex-PM Élcio Queirós. Lessa aluga casa no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro e seu filho Carlos, vereador do PSC, têm casa. A polícia ainda encontrou 117 fuzis incompletos e novos na casa de um amigo de Lessa.

Com o lema “Marielle vive!”, os movimentos reafirmam as bandeiras de luta das mulheres, negros, LGBTs e direitos humanos. Desde 8 de março, as homenagens estão presentes nos atos pelo país, juntamente com o repúdio aos retrocessos sociais representados pelo presidente Bolsonaro.

Em São Paulo, a manifestação está prevista a partir das 17h, na Praça Oswaldo Cruz, próxima à Avenida Paulista. Em São Bernardo, tem ato para sábado, às 14h, na Praça da Matriz. 

Hoje faz um ano do assassinato da vereadora Marielle
Franco (Psol-RJ) e de Anderson Gomes, que dirigia
o carro em que foram emboscados. Diversos movimentos
sociais convocaram atos pelo país e no exterior para
prestar homenagens e exigir justiça e respostas para “quem
mandou matar Marielle?”.
Às vésperas de completar um ano do assassinato, dois
suspeitos foram presos, o policial militar da reserva, Ronnie
Lessa, e o ex-PM Élcio Queirós. Lessa aluga casa no mesmo
condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro e seu filho
Carlos, vereador do PSC, têm casa. A polícia ainda encontrou
117 fuzis incompletos e novos na casa de um amigo de Lessa.
Com o lema “Marielle vive!”, os movimentos reafirmam
as bandeiras de luta das mulheres, negros, LGBTs e direitos
humanos. Desde 8 de março, as homenagens estão presentes
nos atos pelo país, juntamente com o repúdio aos retrocessos
sociais representados pelo presidente Bolsonaro.
Em São Paulo, a manifestação está prevista a partir das
17h, na Praça Oswaldo Cruz, próxima à Avenida Paulista. Em
São Bernardo, tem ato para sábado, às 14h, na Praça da Matriz.

Da redação

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