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11 de Setembro de 2019 | Notícias

Trabalho no Mundo: Federação Italiana e CNM/CUT se reúnem em São Paulo

Fotos: Divulgação

No último domingo, 8, uma delegação da FIM-CISL: Federação Italiana Metalmecânica se reuniu em São Paulo com representantes da CNM/CUT (Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT) para trocar experiências com os sindicalistas brasileiros e conhecer melhor as condições de trabalho e a conjuntura do país. 

Dias antes da reunião, os italianos estiveram em Pernambuco na planta da Jeep, que pertence ao mesmo grupo da Fiat, para discutir possibilidades de ações conjuntas e a consolidação da rede internacional.

O presidente da CNM/CUT Paulo Cayres contou que a prisão injusta do ex-presidente Lula foi um dos centros da discussão, já que eles pediram várias informações sobre o processo. “Eles estão acompanhando pelas divulgações do The Intercept que houve um conluio entre todas as forças para prender o Lula para que ele não concorresse à eleição, e assim os que assumissem pudessem entregar nossas riquezas como vêm fazendo agora”.

“É importante compreender que na Itália eles tiveram um político de extrema direita no poder, Matteo Salvini, que também tinha uma política excludente e preconceituosa. Houve uma coalizão de todas as forças políticas do país para tirá-lo do poder", relatou o secretário de Relações Internacionais da CNM/CUT, Maicon Michel Vasconcelos da Silva.

“Esse tipo de relação entre Moro e Dallagnol e as irregularidades cometidas para criminalizar Lula são, segundo eles, inaceitáveis em qualquer modelo jurídico no mundo”, contou.

Segundo o dirigente, os italianos ficaram impressionados em saber como essa política antidemocrática atingiu as estruturas de poder no Brasil começando pela própria justiça, promovendo censuras e um combate central às ciências e às universidades.

“Além de estreitar relações para ajudar a consolidar uma política de redes que ajude os sindicatos a combater a precarização do trabalho proposta pelo atual governo, os companheiros e companheiras se comprometeram a denunciar essas ações criminosas que o atual governo quer naturalizar em nosso país”, completou.

O secretário nacional da FIM– CISL, Giovanni Caruso e a relações internacionais, Bárbara Arsieni, com Maicon Michael

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